sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Novo conceito de moradia.

Que tal morar em uma casa onde as paredes não existam? Salões projetados para fins comerciais? Bom é assim que surge o LOFT um conceito de moradia que surgiu em Nova York nos anos 60. Era uma opção barata de se morar nas regiões industriais decadentes como o Soho.  
Fábricas e frigoríficos desocupados com pé-direito alto e vãos livres, se tornaram descoladas a partir de sua reciclagem.
Os artistas plásticos as utilizavam como moradia e lugar de trabalho. No mesmo salão se confundiam o ateliê, o quarto, a sala, o banheiro e a cozinha.
Nos anos 70, a prefeitura de Nova York revitalizou a região e este tipo de moradia virou moda e se tornou muito caro.
No Brasil a adaptação deste conceito resultou em construções de pé-direito duplo com grandes janelas em que a cozinha fica na área social.
A ala íntima, quarto e banheiro, ficam resguardados em um local fechado ou em um mezanino.
Este tipo de moradia é procurado por solteiros e jovens casais sem filhos.
Dizem os entendidos que um genuíno loft tem como características:
• Ausência de forro e piso. O chão é de cimento;
• Uso de materiais frios, como cerâmica;
• Iluminação natural garantida por grandes janelas.

• Pé-direito de, no mínimo, 3,20 metros;
• Ausência de paredes como divisões internas;
• Ambientes conjugados preferencialmente em um nível só;
• Colunas de sustentação aparentes;
• Tijolos e tubulações à vista - elétrica, hidráulica e de ar-condicionado;
Em Nova York, já se fala em "lofts-fake" ou "apartamentos loft-inspired", pois o sucesso desse modelo de habitação também fez surgir adaptações.



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