sábado, 9 de outubro de 2010

O luxo dos jardins internos.

A prática cada vez mais comum de transformar espaços internos em jardins decorre da procura frenética de soluções para problemas de privacidade, da busca de estética visual ou de simples desejo de poder ter um jardim dentro de casa.



A escolha correta de plantas transforma lugares, muitas vezes sem perspectivas, em jardins convidativos, aconchegantes e charmosos ou mesmo em bonitas composições com vasos, desde que se trabalhe com sensibilidade a geometria da área, levando em conta o tamanho e formato das espécies e elementos decorativos.


Um espaço vazio, não utilizado embaixo da escada, pode se transformar em lugar exuberante. A natureza vai para dentro de casa e propicia ao ambiente uma atmosfera suave.


Os cuidados com espaços internos destinados a jardins merecem atenção redobrada. A impermeabilização e drenagem precisam ser muitas bem feitas, para impedir umidade nas paredes. A escolha do substrato deve ser rigorosa e não deve exalar cheiros. A luminosidade também limita a seleção das plantas, pois o fato do jardim ser interno, não significa que podemos criá-lo sem luz. A aeração também é necessária, pois com baixa aeração aumenta a incidência de pragas e doenças.


Se o objetivo do jardim for impedir a visão de olhares curiosos para dentro de casa, devemos utilizar plantas como a pleomele e areca trianda, caso haja espaço suficiente. Se o objetivo for preencher espaços embaixo de escadas, as plantas devem ser menores. Nos corredores, devemos utilizar plantas mais esguias e verticalizadas e, para preenchimento do segundo plano visual, outras mais baixas.

O uso de pedras e pedriscos fazem um grande diferencial, principalmente se levarmos em conta a grande variedade de cores e tamanhos disponíveis no mercado. Forrando o chão ou como foco decorativo, as pedras são de utilização prática e valorizam os jardins internos. 

No entanto, não só plantas e pedras preenchem os jardins. Os elementos decorativos personalizam cada projeto. Além das fontes, bastante procuradas, peças artesanais, esculturas e um grande número de novidades surgem a cada momento, dando-nos a oportunidade de inovar.



O projeto paisagístico deve refletir o gosto do cliente, mas o profissional irá orientá-lo para que se obtenha o resultado pretendido. O sucesso depende de agregar conhecimento técnico especializado em cada fase do processo, desde a elaboração conceitual do projeto, escolha das melhores espécies vegetais, preparo da terra, manuseio correto das mudas, localização criteriosa e informações sobre os cuidados na manutenção.


A maioria das casas tem pelo menos um vaso de plantas, mas podemos ir além. Os jardins têm o poder de mudar a atmosfera local, tornando os ambientes agradáveis e acolhedores. Basta soltar a imaginação e planejar as mudanças, com acompanhamento de um bom profissional.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Da pele pra parede.

Enquanto caminha pela rua, que tal encontrar caçambas personalizadas? e que tal se elas tiverem tattoos?
Bom essa é a proposta de Nanda e Arthur (o Analogic Love) tatuar caçambas,eles fizeram um projeto super legal  que foi pintar mini-caçambas com desenhos exclusivo deles. 
Isso tudo aconteceu em um evento que rolou semana passada na MiCasa, em São Paulo.



Alem das caçambas esa dupla pinta paredes ou melhor qualquer superfice, porque afinal 
já que uma tattoo pode 'decorar' um corpo, porque não pode estar em outras surperfícies, como quadro, paredes, roupas? questiona Arthur

    


Agora além de escolher o desenho, escolha a superfície!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O seu dia com arquitetura.

Pode se dizer que em dias como o de hoje a arquitetura está na cabeça de todos, correto? Bom errado nos pés também como podemos ver nas imagens a seguir a arquitetura também esta nos calçados.



  Bird's Nest, Beijing, Herzog and deMeuron, 2008.



   Melissa Campana ZigZag Flat, 2008.



   Miami Marine Stadium,1963.


Sandalia grife UNITED NUDE,2009. 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Novo conceito de moradia.

Que tal morar em uma casa onde as paredes não existam? Salões projetados para fins comerciais? Bom é assim que surge o LOFT um conceito de moradia que surgiu em Nova York nos anos 60. Era uma opção barata de se morar nas regiões industriais decadentes como o Soho.  
Fábricas e frigoríficos desocupados com pé-direito alto e vãos livres, se tornaram descoladas a partir de sua reciclagem.
Os artistas plásticos as utilizavam como moradia e lugar de trabalho. No mesmo salão se confundiam o ateliê, o quarto, a sala, o banheiro e a cozinha.
Nos anos 70, a prefeitura de Nova York revitalizou a região e este tipo de moradia virou moda e se tornou muito caro.
No Brasil a adaptação deste conceito resultou em construções de pé-direito duplo com grandes janelas em que a cozinha fica na área social.
A ala íntima, quarto e banheiro, ficam resguardados em um local fechado ou em um mezanino.
Este tipo de moradia é procurado por solteiros e jovens casais sem filhos.
Dizem os entendidos que um genuíno loft tem como características:
• Ausência de forro e piso. O chão é de cimento;
• Uso de materiais frios, como cerâmica;
• Iluminação natural garantida por grandes janelas.

• Pé-direito de, no mínimo, 3,20 metros;
• Ausência de paredes como divisões internas;
• Ambientes conjugados preferencialmente em um nível só;
• Colunas de sustentação aparentes;
• Tijolos e tubulações à vista - elétrica, hidráulica e de ar-condicionado;
Em Nova York, já se fala em "lofts-fake" ou "apartamentos loft-inspired", pois o sucesso desse modelo de habitação também fez surgir adaptações.